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	<title>Covid-19 &#8211; Ampiezza</title>
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	<title>Covid-19 &#8211; Ampiezza</title>
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		<title>Covid Longa: O Que É E Quais Os Sintomas?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jun 2023 23:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Em maio de 2020, a pesquisadora britânica Elisa Perego utilizou do termo &#8220;long COVID&#8221; (em português&#160; &#8220;Covid Longa&#8221;) pela primeira vez para descrever sua experiência com o vírus. Desde então, houve um aumento nas buscas pelo termo na internet. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no período de 3 meses (entre Dezembro [&#8230;]]]></description>
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<p>Em maio de 2020, a pesquisadora britânica Elisa Perego utilizou do termo &#8220;long COVID&#8221; (em português&nbsp; &#8220;Covid Longa&#8221;) pela primeira vez para descrever sua experiência com o vírus. Desde então, houve um aumento nas buscas pelo termo na internet.</p>



<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no período de 3 meses (entre Dezembro de 2020 e Março de 2021) foram geradas 1,65 milhão de menções ao termo “long COVID” nas redes sociais, o que simboliza um crescimento de cerca de 140% das buscas (WHO, 2021).</p>



<p>No entanto, o curioso é que não há um consenso na literatura científica a respeito da nomenclatura mais apropriada para definir esta condição clínica, que também pode ser conhecida como &#8220;COVID Pós-Aguda&#8221; ou &#8220;Síndrome de COVID Crônica&#8221;. Vamos entender mais sobre ela!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é Covid Longa?</h2>



<p>A Covid Longa se trata de uma condição multissistêmica que engloba sintomas comuns da doença, como tosse, fadiga, dor de cabeça, febre, dores nos músculos e no peito, perda de paladar e olfato, problemas gastrointestinais e falta de ar.&nbsp;</p>



<p>Após um Hospital Universitário acompanhar 134 pacientes contagiados pelo vírus, foi notado que 86% destes casos informaram que ainda lidam com, pelo menos, um sintoma residual, mas sem nenhum tipo de relação com a gravidade da doença aguda.</p>



<p>Os autores do estudo ainda afirmaram que nenhum dos pacientes analisados apresentou alguma anormalidades, e que foi notada uma tendência onde as mulheres ou pessoas com idades mais avançadas relataram com facilidade sintomas residuais como fadiga, ansiedade e mialgia (SYKES et al., 2021).</p>



<p>Pode-se concluir que os sintomas persistentes da doença não são uma novidade do vírus. A partir da observação dos médicos pouco depois dos primeiros casos serem compartilhados, foi contestado que pulmões de uma parcela de pacientes foram ou permanecem comprometidos.&nbsp;</p>



<p>Pode não ser uma surpresa, mas os pacientes que se enquadram em casos mais graves da doença (ou seja, que apresentaram 5 ou mais sintomas da doença), podem estar mais propensos à Covid de longa duração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atendimento e Acompanhamento&nbsp;</h2>



<p>Considerando a diversidade de sinais e sintomas envolvidos na COVID Longa, e a participação de diferentes sistemas, o manejo dessa variação permanece um desafio clínico porque ainda não há diretrizes internacionais baseadas em evidências a serem seguidas.</p>



<p>O acompanhamento de pacientes com COVID Longa deve ser flexível com base em seus problemas clínicos contínuos, em vez de seguir qualquer cronograma pré-definido estrito. Pessoas em recuperação de COVID-19 precisam de uma avaliação clínica completa para determinar sintomas novos, contínuos e progressivos; eles devem ser investigados de forma adequada. Os indivíduos afetados por COVID Longa precisam de monitoramento rigoroso para monitorar complicações precoces, intermediárias e tardias.</p>



<p>A necessidade de suplementação de oxigênio, cuidados paliativos, reabilitação, aconselhamento e outras necessidades psicossociais devem ser rapidamente avaliadas, identificadas e atendidas.&nbsp;</p>



<p>As complicações mais sérias e potencialmente fatais (como tromboembolismo da veia pulmonar, acidente vascular cerebral e eventos cardíacos agudos) devem ser detectadas precocemente e com tratamento apropriado ou encaminhamento a um centro de atendimento profissional.</p>



<p>Além disso, os pacientes devem ser passados por centros de conselhos, a fim de prepará-los para o autogerenciamento e autocuidado, bem como suporte adicional fornecido para idosos e crianças.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vacinação diminui os sintomas da Covid Longa</h2>



<p>Durante uma entrevista à Rádio CNN, Raquel Muarrek, infectologista da Rede D’or, ressaltou que a vacinação completa contra a Covid-19 é de extrema importância para evitar que pacientes sofram com a chamada &#8220;Covid Longa&#8221;.&nbsp;</p>



<p><em>“A vacinação é necessária e ajuda a diminuir os sintomas pós-Covid, há resposta melhor na recuperação para quem tenha se vacinado [&#8230;] É importante o seguimento médico, tem que ser feita investigação e rotina de exames para analisar o real grau de permanência que vem apresentando”</em>, afirmou a médica.</p>



<p>A infectologista disse que a vacinação já provou ser eficaz para diminuir número de mortos, casos graves e internações, mas fez um alerta ressaltando que a taxa de transmissibilidade só diminuirá quando tivermos entre 85% e 89% da população total vacinada.</p>



<p>Muarrek explicou que diversos sintomas compõem os quadros de Covid Longa, a depender da gravidade ou grau de sintomas apresentados, como de origem respiratória, neurológica, intestinal ou cardíaca.</p>



<p><em>“No Brasil, temos 58% como um todo, temos nichos de quadros de Covid e a transmissão ainda é presente”</em>, completou, ao defender o uso obrigatório de máscaras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nova variante é confirmada no Brasil</h3>



<p>Nesta terça-feira (30), a Secretaria de Estado de São Paulo confirmou os primeiros casos da nova variante Ômicron do novo coronavírus (SARS-CoV-2) no Brasil. A ômicron é categorizada como de preocupação devido às 50 mutações presentes (mais de 30 dessas na proteína &#8221;spike&#8221; &#8211; código que o vírus utiliza para entrar nas células).</p>



<p>Segundo Mariângela Simão, vice-diretora geral de medicamentos da OMS, determinadas evidências preliminares apontam que a ômicron pode facilitar a reinfecção.</p>



<p><em>&#8220;Um grupo da OMS se reuniu com especialistas da África do Sul e dessa reunião veio uma indicação de um potencial aumento de risco de reinfecção&#8221;</em>, disse a vice-diretora.</p>



<p>A Ampiezza oferece auxílio para homens e mulheres que se viram prejudicados devido à doença. Agende uma avaliação com os nossos profissionais em nossas unidades de Taguatinga e Águas Claras.&nbsp;<strong><u><a href="https://www.clinicaampiezza.com.br/contato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui e entre em contato</a></u></strong>!</p>
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